Outra vez: Marcada manifestação, general fala de intervenção militar

Toda vez que é marcada uma mega-manifestação, o comandante-geral do Exército vem a público para falar de intervenção militar. 

Como sempre, ele explica o que o povo deve fazer para acabar com a corrupção e a má gestão no país. Porém, desta última ele foi mais claro. 

"Existe um sistema de pesos e contrapesos que dispensa a sociedade de ser tutelada. Não pode haver atalhos nesse caminho. A sociedade tem que buscar esse caminho, tem que aprender por si," disse o general em entrevista para o Valor.
O general deixa claro que a luta é constante. A pressão tem que ser intensa todos os dias. A sociedade tem que buscar esse caminho. 

O atalho que ele diz, 1964, não vai existir mais. Eles disse também que a diferença hoje com 1964 é que "o país tem instituições funcionando". 

Portanto, o melhor caminho para o Brasil continua sendo nós mesmos. Nossa luta, nossa determinação. 

Quem achou que iria gritar intervenção do alto de seu sofá e tudo se resolveria, se enganou. 

A luta é longa e o processo é lento. Se nos rendermos agora, nos tornaremos escravos como o povo venezuelano e norte-coreano.
Créditos PAPOTV