Maria do Rosário é massacrada nos comentários após defender ativista que jogou rojão na PM


A parlamentar segue com outros políticos na tentativa de soltar o ativista. 
Após a prisão de Guilherme #Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, a deputada Maria do Rosário lançou no Facebook uma campanha para a libertação do ativista. Com a hashtag #lutarnãoécrime, ela fez crítica a Geddel. "Prenderam quem defende moradia pra pobres, mas Geddel com seu AP de luxo tá bem solto", publicou. Boulos foi preso sob acusação de incitação de violência ao apoiar 700 famílias em reintegração de posse em São Paulo.

Os comentaristas na página da deputada não viram a situação da mesma forma. " A luta pela moradia é justa, mas ela deve ser feita de forma correta. O sujeito aprende uma profissão, trabalha e depois compra seu imóvel!", disse um dos primeiros comentários. De forma geral, o público da página de #Maria do Rosário defendia a prisão do ativista. "Forma correta de comprar um imóvel. Aprenda uma profissão, trabalhe e depois compre sua casa", disse outro comentarista quanto às reintegrações de posse que Boulos estava participando.

Em tom de deboche, alguns seguidores levaram o motivo das lutas de Boulos e do #MTST de volta ao governo defendido por Maria do Rosário. "Maria do Rosário, bom dia. Uma pergunta que não quer calar: como é que, depois do PT ficar 13 anos no poder, esse pessoal ainda continua sem teto?", questionou um comentarista, recebendo o apoio de diversos outros. "Sou pobre, eu e minha esposa vivemos com $1400 mensais . E com honestidade compramos um terreno e estamos fazendo nossa casa. Não Invadimos nada e nem roubamos. Quem faz isso merece ser preso mesmo."
Após algum tempo de detenção, Boulos foi liberado pela Polícia Militar de São Paulo. Suas atitudes caracterizavam crime de acordo com o Código Penal por "opor-se à execução de ato legal, mediante violência ou ameaça a funcionário competente para executá-lo ou a quem lhe esteja prestando auxílio", com pena de dois meses a dois anos de prisão.

"Para mim, resistência não é crime. Crime é despejar 700 famílias sem ter alternativa", afirmou Boulos à imprensa. Ele afirmou ainda que a sua prisão foi "política" e teve a intenção de intimidar o movimento.A postagem pode ser vista neste link.


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