Denúncia de suposta overdose de Aécio Neves viraliza nas redes sociais


Jornalista Marco Aurélio Carone fez denúncia à Comissão de Direitos Humanos, na Câmara de Deputados. 
Uma denúncia contra Aécio Neves realizada pelo jornalista Marco Aurélio Carone no dia 23 de novembro de 2016 à comissão de direitos humanos, na Câmara dos Deputados viralizou nas redes sociais, prejudicado a imagem do senador, que tem a pretensão de concorrer à Presidência da República em 2018. Diversos vídeos no Youtube mostram o depoimento e já passam de 100.000 visualizações e alguns veículos de comunicação tem compartilhado.
Segundo denúncia realizada pelo jornalista, Aécio Neves teria tido, enquanto governador de Minas Gerais, três overdoses no Palácio da Liberdade, sede do governo mineiro, atestadas pela Polícia Militar. Além disso, Carone denuncia suposto esquema de financiamento ilegal para campanhas do senador, corrupção envolvendo o nióbio (um mineral encontrado em Minas Gerais), além de influências do então governador no Ministério Público e no judiciário de Minas Gerais, obstruindo as investigações acerca de supostas práticas de corrupção.

O jornalista Marco Aurélio Carone permaneceu preso por 9 meses e 20 dias em Minas Gerais, durante as eleições de 2014, mas foi absolvido, tendo sido solto 5 dias após as eleições. O jornalista se diz perseguido por procuradores, juízes e desembargadores por fazer a denúncia. Entretanto, não apresenta até o momento evidências concretas que sejam capazes de comprovar as gravíssimas denúncias realizadas contra o senador.

Em razão da viralização do vídeo nas redes sociais, Aécio Neves tem tentado impedir a disseminação da denúncia sob o argumento de se tratar de calúnia e difamação. Porém, o pedido foi negado pela justiça sob a justificativa de o depoimento do jornalista ter sido dado em uma audiência pública em comissão na Câmara dos Deputados.

Tais denúncias tem afetado a imagem do senador e prejudica sua pretensão de se candidatar à presidência em 2018 pelo PSDB, se somando à outras denúncias contra Aécio Neves na operação Lava Jato, que devem ser mais conhecidas após a divulgação dos depoimentos pelo Supremo Tribunal Federal. Além de Aécio Neves, são também pré-candidatos pelo PSDB o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o ministro das relações exteriores, José Serra.  


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